

Parque de Diversões
por Natália Bocanera, crítica correspondente do Cinema com Crítica na 28ª Mostra de Cinema de Tiradentes Quebrar o brinquedo não termina com a brincadeira. Os estilhaços
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Dois músicos, de gerações diferentes, se conhecem em uma audição para um concorrido laboratório de música da cidade de Fortaleza. Tuca tem 50 anos e
No sertão de Goiás, homens brutos que não conseguem lidar com suas fragilidades são constantemente abandonados pelas mulheres que amam. Tristes e amargurados, eles se
Crítica de Girassol Vermelho, filme de abertura do Festival de Tiradentes/2025.
“e a minha rede?” O cinema, como toda arte, é um meio propício para discussões e denúncias. Através do deslumbre do que vê em tela,
“A salvação é para quem quer ser salvo” O horror é um gênero que permite se enveredar pelo universo do fantástico para discutir questões naturais.
“Tem força o suficiente?” Eu tinha por volta de 9 anos quando as reportagens sobre o Maníaco do Parque invadiam os comerciais de toda a
“Chupa, câncer!” É verdade que nem todas as produções audiovisuais que têm o diagnóstico de câncer como ponto de virada de seus protagonistas precisam enveredar
“Desculpa de gaijin” Apesar de não tão expressiva quanto em São Paulo, a comunidade asiática no Rio de Janeiro é bastante presente. Alguns de seus
“Como das outras vezes que enfrentei a morte, eu não quero estar sozinha” Quando lembro dos filmes de Almodóvar, imediatamente remeto à sua estética ousada,