Se Eu Tivesse Pernas Eu Te Chutaria, nova produção da A24, é um dos retratos mais desconfortáveis da maternidade contemporânea nos últimos anos. Com direção e roteiro de Mary Bronstein e fotografia assinada por Christopher Messina, o filme nos mantém colados ao rosto de Linda, vivida por Rose Byrne em uma atuação de enorme entrega dramática.
Ela interpreta uma mãe trabalhadora, terapeuta, dona de casa e mulher sobrecarregada pela ausência do marido e pela sucessão de crises que começam quando o teto do apartamento desaba misteriosamente, obrigando-a a se mudar temporariamente com a filha doente para um hotel de estrada nos Estados Unidos. Conan O’Brien co-estrela como seu terapeuta pessoal, intensificando o atrito entre humor, ansiedade e desamparo, que dá ao filme um tom único, incômodo e inesquecível.
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Crítico de cinema filiado a Critics Choice Association, à Associação Brasileira de Críticos de Cinema, a Online Film Critics Society e a Fipresci. Atuou no júri da 39ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo/SP, do 12º Fest Aruana em João Pessoa/PB, do 24º Tallinn Black Nights Film na Estônia, do 47º TIFF – Festival Internacional de Cinema em Toronto. Ministrante do Laboratório de Crítica Cinematográfica na 1ª Mostra Internacional de Cinema em São Luís (MA) e Professor Convidado do Curso Técnico em Cinema do Instituto Estadual do Maranhão (IEMA), na disciplina Crítica Cinematográfica. Concluiu o curso de Filmmaking da New York Film Academy, no Rio de Janeiro (RJ) em 2013. Participou como co-autor dos livros 100 melhores filmes brasileiros (Letramento, 2016), Documentário brasileiro: 100 filmes essenciais (Letramento, 2017) e Animação Brasileira – 100 Filmes Essenciais (Letramento, 2018). Criou o Cinema com Crítica em fevereiro de 2010 e o Clube do Crítico em junho de 2020.


2 comentários em “Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria | Crítica do novo filme da A24 com Rose Byrne e Conan O’Brien”
Para falar a verdade… não entendi nada.
Eu também não entendi nada! E por isso mesmo comecei a achar muito chato, o anti cinema, em que as técnicas do suspense , ou do terror estão ali gratuitamente, sem um fechamento que as justificassem….