Nesta entrevista, conversei com a diretora Natália Maia sobre o ainda inédito A Estranha Familiar.
Falamos sobre o cinema cearense, os desafios de produção fora do eixo dominante RJ/SP, o papel da mulher no audiovisual e, sobretudo, sobre a importância da representatividade como presença em frente e atrás das câmeras.
00:00 O cinema cearense e as políticas públicas
09:18 A mulher na direção e o tempo investido na produção
17:48 A experiência como roteirista e as vivências femininas
27:40 O cinema pós-moderno e as influências de A Estranha Familiar
34:40 Os próximos passos do filme
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Crítico de cinema filiado a Critics Choice Association, à Associação Brasileira de Críticos de Cinema, a Online Film Critics Society e a Fipresci. Atuou no júri da 39ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo/SP, do 12º Fest Aruana em João Pessoa/PB, do 24º Tallinn Black Nights Film na Estônia, do 47º TIFF – Festival Internacional de Cinema em Toronto. Ministrante do Laboratório de Crítica Cinematográfica na 1ª Mostra Internacional de Cinema em São Luís (MA) e Professor Convidado do Curso Técnico em Cinema do Instituto Estadual do Maranhão (IEMA), na disciplina Crítica Cinematográfica. Concluiu o curso de Filmmaking da New York Film Academy, no Rio de Janeiro (RJ) em 2013. Participou como co-autor dos livros 100 melhores filmes brasileiros (Letramento, 2016), Documentário brasileiro: 100 filmes essenciais (Letramento, 2017) e Animação Brasileira – 100 Filmes Essenciais (Letramento, 2018). Criou o Cinema com Crítica em fevereiro de 2010 e o Clube do Crítico em junho de 2020.



