Ao herdar uma antiga casa deixada intocada desde 1940, quatro primos distantes se reencontram e mergulham nos segredos há muito esquecidos de sua família. Ao explorarem o local, descobrem vestígios da vida de Adèle, uma jovem de 20 anos que viveu ali em 1895, antes de partir para Paris. À medida que percorrem os passos dessa ancestral enigmática, o passado ganha vida e começa a ecoar no presente, desafiando suas certezas e revelando paralelos inesperados entre 2025 e o fim do século XIX.
AS CORES DO TEMPO está disponível nos cinemas, e gostei bastante.
Obs: Há um errinho de edição aos 8 min 50, mas eu não quis re-editar; antes feito do que perfeito.
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Crítico de cinema filiado a Critics Choice Association, à Associação Brasileira de Críticos de Cinema, a Online Film Critics Society e a Fipresci. Atuou no júri da 39ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo/SP, do 12º Fest Aruana em João Pessoa/PB, do 24º Tallinn Black Nights Film na Estônia, do 47º TIFF – Festival Internacional de Cinema em Toronto. Ministrante do Laboratório de Crítica Cinematográfica na 1ª Mostra Internacional de Cinema em São Luís (MA) e Professor Convidado do Curso Técnico em Cinema do Instituto Estadual do Maranhão (IEMA), na disciplina Crítica Cinematográfica. Concluiu o curso de Filmmaking da New York Film Academy, no Rio de Janeiro (RJ) em 2013. Participou como co-autor dos livros 100 melhores filmes brasileiros (Letramento, 2016), Documentário brasileiro: 100 filmes essenciais (Letramento, 2017) e Animação Brasileira – 100 Filmes Essenciais (Letramento, 2018). Criou o Cinema com Crítica em fevereiro de 2010 e o Clube do Crítico em junho de 2020.




2 comentários em “As Cores do Tempo | Paris é clichê em um filme sobre arte, memória e impressionismo”
Também fiquei muito bem “impressionada” com esse filme, e gostei bastante de assistir ao seu vídeo com os comentários. Muito bom quando a gente gosta de um filme e pode “conversar” sobre ele com quem também gostou. Assistir ao vídeo foi um pouco isso.
Acho que as cenas do museu, com pessoas olhando para os quadros, com mais calma, recuperam um pouco esse tempo de apreciar, de ver a arte, mesmo na atualidade, e em contraste com aqueles que apenas tiram selfies com os quadros recortados em pano de fundo para as fotos.
O quadro é do sol nascendo, o título é Le soleil levant, ou seja, se levantando, subindo. Mas com certeza poderia ter sido do sol se pondo, o que importa é a impressão que fica, seja na memória do pintor, seja na tela que eternizou aquele momento.
Muito bom mesmo poder conversar sobre os filmes que nos tocam. 😉