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As Cores do Tempo | Paris é clichê em um filme sobre arte, memória e impressionismo

Ao herdar uma antiga casa deixada intocada desde 1940, quatro primos distantes se reencontram e mergulham nos segredos há muito esquecidos de sua família. Ao explorarem o local, descobrem vestígios da vida de Adèle, uma jovem de 20 anos que viveu ali em 1895, antes de partir para Paris. À medida que percorrem os passos dessa ancestral enigmática, o passado ganha vida e começa a ecoar no presente, desafiando suas certezas e revelando paralelos inesperados entre 2025 e o fim do século XIX.

AS CORES DO TEMPO está disponível nos cinemas, e gostei bastante.

Obs: Há um errinho de edição aos 8 min 50, mas eu não quis re-editar; antes feito do que perfeito.

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2 comentários em “As Cores do Tempo | Paris é clichê em um filme sobre arte, memória e impressionismo”

  1. ANDREA RODRIGUES

    Também fiquei muito bem “impressionada” com esse filme, e gostei bastante de assistir ao seu vídeo com os comentários. Muito bom quando a gente gosta de um filme e pode “conversar” sobre ele com quem também gostou. Assistir ao vídeo foi um pouco isso.
    Acho que as cenas do museu, com pessoas olhando para os quadros, com mais calma, recuperam um pouco esse tempo de apreciar, de ver a arte, mesmo na atualidade, e em contraste com aqueles que apenas tiram selfies com os quadros recortados em pano de fundo para as fotos.
    O quadro é do sol nascendo, o título é Le soleil levant, ou seja, se levantando, subindo. Mas com certeza poderia ter sido do sol se pondo, o que importa é a impressão que fica, seja na memória do pintor, seja na tela que eternizou aquele momento.

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