Em Dinheiro Suspeito, thriller policial da Netflix, Matt Damon e Ben Affleck voltam a trabalhar juntos, mas o resultado levanta uma pergunta incômoda: até que ponto o algoritmo do serviço de streaming está moldando o cinema ou a nossa falta de envolvimento?
Nesta crítica, analiso como o filme aposta na repetição de informações, na narrativa mastigada e em escolhas criativas pensadas para o espectador distraído: um sintoma cada vez mais comum nas produções originais da Netflix. O problema não é só o roteiro: é o modelo industrial por trás dele.
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Crítico de cinema filiado a Critics Choice Association, à Associação Brasileira de Críticos de Cinema, a Online Film Critics Society e a Fipresci. Atuou no júri da 39ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo/SP, do 12º Fest Aruana em João Pessoa/PB, do 24º Tallinn Black Nights Film na Estônia, do 47º TIFF – Festival Internacional de Cinema em Toronto. Ministrante do Laboratório de Crítica Cinematográfica na 1ª Mostra Internacional de Cinema em São Luís (MA) e Professor Convidado do Curso Técnico em Cinema do Instituto Estadual do Maranhão (IEMA), na disciplina Crítica Cinematográfica. Concluiu o curso de Filmmaking da New York Film Academy, no Rio de Janeiro (RJ) em 2013. Participou como co-autor dos livros 100 melhores filmes brasileiros (Letramento, 2016), Documentário brasileiro: 100 filmes essenciais (Letramento, 2017) e Animação Brasileira – 100 Filmes Essenciais (Letramento, 2018). Criou o Cinema com Crítica em fevereiro de 2010 e o Clube do Crítico em junho de 2020.


