Antes de Rocky Balboa se tornar um dos personagens mais icônicos da história do cinema, Sylvester Stallone era um ator desconhecido, com dificuldades financeiras e uma convicção inabalável: em vez de apenas escrever a história do boxeador icônico, queria interpretá-lo. Mesmo diante de propostas milionárias para vender o roteiro, Stallone se recusou a abrir mão do papel principal.
Essa é a história por trás de Eu Sou o Rocky (I Play Rocky), novo filme dirigido por Peter Farrelly, que revisita os bastidores da criação de Rocky: Um Lutador (1976), quase 50 anos depois de sua estreia.
Conversei com Anthony Ippolito, que interpreta o jovem Stallone; AnnaSophia Robb, no papel de Sasha Czack, companheira de Stallone naquele período; Stephan James, que vive Carl Weathers, o inesquecível Apollo Creed; e Kiki Seto, que interpreta Talia Shire, a Adrian.
Antes de Rocky vencer no ringue, Stallone precisou vencer uma batalha ainda maior em Hollywood.
🎬 Eu Sou o Rocky chega aos cinemas brasileiros em 19 de novembro, com distribuição da Diamond Films.
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Crítico de cinema filiado a Critics Choice Association, à Associação Brasileira de Críticos de Cinema, a Online Film Critics Society e a Fipresci. Atuou no júri da 39ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo/SP, do 12º Fest Aruana em João Pessoa/PB, do 24º Tallinn Black Nights Film na Estônia, do 47º TIFF – Festival Internacional de Cinema em Toronto. Ministrante do Laboratório de Crítica Cinematográfica na 1ª Mostra Internacional de Cinema em São Luís (MA) e Professor Convidado do Curso Técnico em Cinema do Instituto Estadual do Maranhão (IEMA), na disciplina Crítica Cinematográfica. Concluiu o curso de Filmmaking da New York Film Academy, no Rio de Janeiro (RJ) em 2013. Participou como co-autor dos livros 100 melhores filmes brasileiros (Letramento, 2016), Documentário brasileiro: 100 filmes essenciais (Letramento, 2017) e Animação Brasileira – 100 Filmes Essenciais (Letramento, 2018). Criou o Cinema com Crítica em fevereiro de 2010 e o Clube do Crítico em junho de 2020.

